Rosberg começa a ser ameaçado

(Colaborou Matheus Gagliano)

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Rosberg após o GP da Rússia (Foto: Studio Colombo/Pirelli)

Antes do Grande Prêmio da Espanha, em Barcelona, o campeonato mundial de Fórmula 1 parecia estar traçado para o primeiro título mundial de Nico Rosberg, da Mercedes. Porém, a vitória de Max Verstappen, da Red Bull, na corrida espanhola e a de Lewis Hamilton, também da Mercedes, na prova seguinte, em Mônaco, diminuíram consideravelmente o domínio do piloto alemão. Agora, ele tem 106 pontos contra apenas 82 de seu companheiro de equipe e já começa a despontar uma nova disputa acirrada pelo título mundial deste ano, assim como em 2014 e no ano passado. No domingo será realizado o GP do Canadá, com a largada a partir das 15 horas.

Em um campeonato inchado, de 21 corridas, muita coisa pode acontecer. Até mesmo a Mercedes começar a ser perseguida por outras concorrentes, com é o caso da Red Bull. A equipe das bebidas energéticas ganhou novo gás com a vitória de Verstappen e a pole e a segunda colocação de Daniel Ricciardo em Mônaco. A saída de Daniil Kvyat da equipe, totalmente conturbada e polêmica, poderia ter atrapalhado de vez o clima no time, mas no final das contas acabou ajudando, pois o time parece ter trabalhado bem nas duas últimas provas e conseguiram diminuir um pouco a distância de equipe alemã.

A decepção do ano, por enquanto, é da Ferrari. Um time que no começo do ano sofreu com a baixa confiabilidade do equipamento chegou a querer cantar de galo. Muitos porta-vozes da equipe vieram a público dizer que desta vez teriam carro suficiente para bater a Mercedes. Só que não é bem assim. Embora esteja na segunda colocação do Mundial de Construtores, com 121 pontos, é seguida bem de perto pela Red Bull, que tem 112. Se o time das bebidas energéticas conseguirem um bom resultado neste fim de semana, poderão já tomar a vice-liderança. Os pilotos da Ferrari também estão devendo. Kimi Raikkonen tem 61 pontos na quinta colocação, com Sebastian Vettel logo atrás, com 60, e nenhum dos dois venceu ainda.

Entre os brasileiros, Felipe Massa, com a Williams, tem conseguido se manter à frente de Valteri Bottas, seu companheiro de equipe, no campeonato ao obter 37 pontos. Ainda assim, não tem conseguido repetir o desempenho dos anos anteriores. Já Felipe Nasr, sofre com a baixa competitividade e penúria econômica de sua equipe, a Sauber. Como falta dinheiro, não há como desenvolver o carro e o brasileiro não tem como demonstrar um trabalho melhor. Assim corre o risco de não marcar pontos no campeonato e, pior ainda, acabar ficando sem lugar para o ano que vem, caso a Sauber feche as portas.

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