Como retardar a reposição hormonal na menopausa?

Quando o assunto é saúde da mulher na meia idade, uma das maiores polêmicas é a reposição hormonal. Se já aos 30 anos a mulher começa a ter uma queda de hormônios, é por volta dos 50 que essa diminuição ocorre de forma perceptível.

A reposição hormonal gera controvérsia entre os médicos. Uma corrente médica acredita que os hormônios sintéticos podem causar distúrbios como doenças cardíacas, hipertensão arterial, obesidade e até câncer. E, para esses médicos, a alternativa para mulheres acima de 50 anos é a modulação hormonal. Diferentemente da reposição, em que a mulher toma hormônios sintéticos, a modulação hormonal como tratamento terapêutico é feita com hormônios bioidênticos, substâncias que têm exatamente a mesma estrutura química e molecular encontrada nos hormônios naturalmente produzidos pelo corpo humano e que por isso, são 100% assimilados pelo organismo.

Mas o melhor de tudo é que a modulação hormonal pode ser feita de forma preventiva, por meio de uma nutrição adequada, adiando a necessidade de ingestão, inclusive, dos hormônios bioidênticos.

A alimentação está diretamente ligada à produção de hormônios. Ingerindo frutas, legumes, hortaliças de alto teor nutritivo – de preferência orgânicos – e, importante, fazendo uma suplementação com minerais orgânicos, também é possível estimular a produção natural de hormônios no organismo.

A maioria não sabe, mas os minerais têm papel importante na formação dos hormônios. Selênio, zinco, iodo, além da vitamina B2 são fundamentais para a produção hormonal na glândula tireoide. Já na formação dos hormônios sexuais, como progesterona, testosterona e estrogênio – que diminuem na menopausa e andropausa – a matéria-prima principal é o “bom colesterol”, que, por sua vez, também precisa das enzimas e dos minerais.

Mas como consumir os minerais necessários somente por meio de uma boa alimentação se os alimentos que comemos estão cada vez mais pobres em nutrientes?

“Mesmo com uma alimentação saudável, legumes, frutas e verduras chegam à mesa do brasileiro sem a quantidade nutricional e mineral necessária”, explica o químico José Celso Guimarães, responsável técnico da Phosther Algamar.

A solução é a complementação nutricional por meio de um suplemento natural, como o Vitalidade, que é proveniente de algas marinhas, e tem em sua composição 74 minerais – magnésio, manganês, cromo, zinco, ferro e cobre, entre outros – indispensáveis para manter o organismo saudável.

“Ocorre que os hormônios são produzidos nas glândulas, circulam pelo organismo e são metabolizados no fígado. Se o fígado não receber minerais e vitaminas suficientes, não vai conseguir metabolizar os hormônios de forma adequada. Os minerais do suplemento Vitalidade atuam neste processo sem trazer riscos à saúde. Por ser extraído de algas marinhas, ele é um repositor de minerais natural, porque seus elementos são organizados harmonicamente pela própria alga, sendo absorvido de forma segura pelo organismo”, conclui o  médico geriatra Jorge Jamili, consultor da Phosther Algamar, especialista em medicina preventiva.

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