“O meu trabalho vem dos meus sentimentos”, diz Loma Longotano

lomaDesde 2012 em carreira solo, Loma Longotano lançou seu primeiro clipe “Ser Feliz” este ano. A musicista pretende gravar, ainda em 2015, mais oito músicas. Ela, que já foi baterista da banda Agnela, começou a carreira artística na adolescência e teve em seus amigos o apoio que precisava para seguir na profissão. Aos 28 anos de idade, Loma se diz feliz com sua música e afirma que seu trabalho é fruto dos seus sentimentos.

Em entrevista exclusiva ao Portal O Rio, Loma Longotano falou sobre seu ingresso na música, trabalhos, projetos e mandou um recado (poema) para seus fãs. Confira!

Como e quando ingressou na carreira artística?
Iniciei na música com 15 anos. Profissionalmente aos 19 anos, quando comecei a cantar na noite aos fins de semana em Campo Grande [Zona Oeste do Rio]. Logo após veio a minha banda Pruff, que logo em seguida se tornou Agnela. Esta ganhou o primeiro quadro “Olha minha banda” do Caldeirão do Huck, priorizei e desde então vivo só de música.

Teve incentivo da família e amigos?
No início, da família não (risos). Mas, sempre tive de amigos que estavam nos meus shows e sempre me impulsionaram bastante.

Quais são suas influências musicais?
Eu gosto de um bom Rock, MPB… Gosto de boa música, músicas que não são tocadas apenas com notas, músicas que tocam na alma. Gosto de muitas bandas internacionais e de muitos artistas nacionais, mas o que me influencia na música são os meus sentimentos. Um exemplo: amo Marisa Monte, Pearl Jam, gosto de Led Zeppelin, Beatles, Muse… Mas o meu trabalho não tem nada a ver com minhas influências, vem dos meus sentimentos.

O que mais te atrai na música?
Uma música bem arranjada, feita com sentimentos, cheia de detalhes que fazem uma linda canção, uma canção expressiva. Gosto de música sincera, com personalidade. A arte de fazer uma música e de escutar uma boa música me atraem bastante.

Conte sua experiência com a banda Agnela.
Eu era bem nova, mas foi uma escola para mim. Aprendi que nem sempre o que gostamos é o que temos que fazer para chegarmos em algum lugar na música nesse país. Depois tive que aprender a conviver, compartilhar sonhos e conquistas com as meninas, aprendi como me comportar com o assédio. Realizei sonhos, conquistei bastante coisa, pisei em palcos que sempre sonhei, viajei, vivi coisas que eram surreais para mim. Essa estrada com a Agnela me ensinou muito a viver de música, a me comportar profissionalmente na música. Aprendi muito. Ô escola boa. (risos)

O que te motivou a ingressar na carreira solo?
Eu já cantava antes, quando minha banda acabou resolvi assumir minhas preferências. Amo cantar, amo compor, senti que era a hora de gravar e assumir de vez que é isso que eu quero para o resto da vida! Óbvio que também tive amigos, família, músicos influentes que me impulsionaram e me encorajaram.

Desde quando está na carreira solo?
Desde 2012, mas só assumi gravar e lançar agora em 2015.

Fale sobre seus projetos musicais.
Pretendo gravar mais oito músicas esse ano, lançar em todas as mídias o meu primeiro clipe da música “Ser Feliz”, trabalhar bem essa e as outras canções. Continuar esse trabalho que está, ao meu gosto, bem bacana e satisfatório.

Como é a sua relação com os fãs?
Bem legal, procuro interagir e dar o máximo de atenção possível. Às vezes fico bem ocupada, mas tento responder à todos na medida do possível. Sou bem grata, eles me ajudam bastante em tudo. Amo todos!

Onde costuma se apresentar?
Eu estou rodando bastante, não tenho lugar fixo… São muitas casas de shows, prefeituras, pubs… Graças a Deus sempre rodando pelo Brasil.

O que é mais difícil cantar, tocar bateria ou violão?
Bateria é bem mais complicado. (risos)

Mande um recado para seus fãs e admiradores.
Vou mandar um poema que fiz para eles:

Fãs…
o que seria de nós artistas sem vocês
sem o amor, o platonismo, sem suas loucuras…
Loucuras que nos erguem, nos diferem
nos destacam, nos marcam, nos fazem
Atraem
pessoas, inspirações
sem vocês o que seria de nossos corações
nas votações, nas multidões
sempre aparecem, trabalham, se doam
sem ganhar nada, nos fazem ganhar tudo
o mundo é pequeno para vocês, não existem barreiras
perdem as estribeiras e alongam nossas carreiras
Obrigada, sou grata, amados e amadas!”  Loma Longotano

Quero agradecer a todos os meus apoiadores que me incentivaram e acreditaram de alguma forma nesse trabalho, agradecer a Eduardo Volks, parceiro nas minhas musicas em melodias e produção, a VF8 Produções e Van Fiuza pela produção, a Marcio Fróes Hair Stylist e Make, Tainá Gamelheiro do Salão Nega Fulô, Andressa Lanceiro do Spa das Loiras, Larissa Oliveria Fotógrafa e a todos que sempre acreditaram em mim e me incentivaram com palavras, ajudas e apoios!

About Juliana Torres

Co-fundadora do Portal O Rio, Juliana Torres administra, edita e produz conteúdo para o site e para as redes sociais. A jornalista, que é pós-graduada em Gestão Estratégica da Comunicação, já passou por assessorias de comunicação e redações de jornais impressos.

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