O bom humor de Fábio Nunes

(Colaborou Christian Pierini)

Ele é ator, faz parte do elenco fixo do canal Parafernalha (sucesso no YouTube com milhões de visualizações) e é vocalista de uma banda de rock. Sim! É claro que estamos falando de Fábio Nunes. Aos 30 anos de idade, o artista representa a Zona Oeste do Rio e é orgulho para a região. Morador do Recreio dos Bandeirantes, Fábio Nunes conversou com o Portal O Rio e falou sobre trabalhos, influências e seu bairro. Confira!

Como ingressou na carreira artística?
Comecei a frequentar cursos de teatro aos 16 anos de idade, ainda sem a pretensão de trabalhar com isso. Porém, com o passar do tempo, a interpretação se tornou o ofício que levei (levo e levarei) profissionalmente para a minha vida. Por isso, tranquei a faculdade de Publicidade e, desde então, sigo apenas a carreira artística.

Fale sobre seus trabalhos.
Desde que comecei a estudar interpretação, sempre estive envolvido em trabalhos. No início, apenas com teatro. Anos depois, comecei a me especializar em técnicas de improvisação. Daí, surgiram espetáculos como Os Improváveis, Improvisáveis e Avacalhados (que tanto sucesso fizeram, falando em Zona Oeste, na Lona Cultural de Campo Grande). Em TV, roteirizei e atuei no quadro de humor do Esporte Espetacular (Rede Globo) chamado Sem Noção, fui um dos protagonistas do especial de final de ano PaPePiPoPu (Rede Record) e fiz participações em Quinta Categoria (MTV), Será que Faz Sentido? (Multishow) e Adorável Psicose (Multishow). Ainda têm mais alguns trabalhos que estou fazendo para esse meio que estão para ser lançados.

Fora isso, também venho trabalhando bastante com atuações para web. Tive um seriado no canal Anões em Chamas, chamado Sobrevivendo à Maioria das Coisas (com duas temporadas de quatro episódios cada), e faço parte do elenco do canal Parafernalha. Ah, sim… também sou vocalista de uma banda de rock’n’roll chamada Rosie’s Cabaret.

Quais suas influências artísticas?
É difícil definir poucos artistas que sejam influência para mim. Como mexo bastante com a comédia, acho que posso dizer que trabalhos que, por mais bobos que pareçam, levam o humor a sério, me contagiam. Por mais que beba de diversas fontes, gosto de encontrar o meu próprio jeito de fazer as coisas. Mas, só para dizer alguns nomes de grupos que admiro e matar um pouco a curiosidade de vocês, posso citar os ingleses do Monty Python e os portugueses do Gato Fedorento.

Qual a sua relação com o seu bairro?
Me mudei para o Recreio há pouco tempo, então não tenho essa grande relação com o lugar ainda. Trabalho bastante fora de casa, cada hora estou num lugar diferente. Quando paro em casa, venho mais para descansar. Minha relação acaba mais sendo essa: de repouso. E aqui é um local bom para isso, já que é calmo, tem pouco movimento, pouco barulho.

O que mais gosta e o que menos gosta nele?
O que mais gosto é a tranquilidade. E o que menos gosto, sem dúvida alguma, é a grande distância para os locais onde costumo trabalhar que geralmente ficam pela Zona Sul.

 

 

About Juliana Torres

Co-fundadora do Portal O Rio, Juliana Torres administra, edita e produz conteúdo para o site e para as redes sociais. A jornalista, que é pós-graduada em Gestão Estratégica da Comunicação, já passou por assessorias de comunicação e redações de jornais impressos.

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